quarta-feira, 30 de março de 2011

Aniversário 49 anos CNEC Joinville

          Comemoramos o aniversário do nosso colégio de maneira especial!


Com muito carinho preparamos um cartão para entregar a pessoas muito especiais que fazem parte do nosso colégio...





Entregamos o 1º cartão ao nosso querido diretor, professor Félix!




                  Nosso segundo cartão entregamos à nossa querida diretora, profª  Maria Salete...











              
Nosso terceiro cartão entregamos para nossa querida coordenadora, profª Emanuelle...





                  



 E nossso próximo cartão foi para... nossa querida orientadora, profª Beatrícia!





Mas, calma aí... estão faltando pessoas que também são muito importantes nesta escola... Na verdade, os mais importantes, porque sem essas pessoas, a escola não existiria. Sabem quem são?
NÓS!











Crianças,
Obrigada por fazer de nossa escola, um lugar cheinho de amor, paz e aprendizado!

Abracinhos bem apertados da profª Fabíula!
Até a próxima postagem!


segunda-feira, 28 de março de 2011

Criança Vê, Criança Faz!

Boa tarde!

Socializo aqui no blog, na categoria do NEFE (Núcleo de Estudos Família e Escola), um vídeo enviado pelo papai Paulo Henrique.

Segundo ele "o vídeo já é meio antigo, mas a lição que traz é sempre atual".




Obrigada pela contribuição Paulo Henrique!

Como complemento ao vídeo, deixo este texto, de Fátima Farias.

Boa leitura e até a próxima postagem!

Atenciosamente,
Emanuelle Santiago Dalri
Coordenadora Pedagógica



A educação pelo exemplo (Fátima Farias)

Desde que passei a ter uma visão mais lúcida da vida, percebi que a educação pelo exemplo é a mais eficiente arma que existe. As surras só chocam e podem até ter certo efeito superficial, a princípio, que é o de obedecer simplesmente sob pressão, mas desencadeando para aspectos mais graves que conduzem como seqüela a revolta, resultado de uma repressão descabida, na maioria dos casos, além de afastar o afeto da vítima para com o agressor.

As palavras ajudam, de alguma forma, mas tornam-se vazias se não acompanhadas do exemplo ou se quem as proferirem não tiverem a devida moral para tanto. Diariamente desembocam no meu e-mail parábolas, histórias e estórias dos mais diversos pontos do país. E o relato que vem a seguir é um destes e reflete muito bem como exemplo do tema de hoje.

Vamos lá:

Era uma tarde de domingo ensolarada na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar mini-golf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:

- Quanto custa a entrada?

O bilheteiro respondeu prontamente:

- São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos. A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?

Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete. O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:

- O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.

O pai, sem se perturbar, disse:

- Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.

Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos. Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo. Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco. Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.

Às vezes, não só mentimos ou falamos meias verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades. Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje. Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda. Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos, estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.

Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária na construção de uma sociedade mais justa e digna. E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação. A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou-se a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder. Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação. Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco. Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: 'Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo’.

Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Fazendo arte

Em uma das aulas de artes, trabalhamos com as crianças a pintura dos grampinhos que fixam nossos trabalhos.
Está é uma atividade simples, porém, torna-se uma forma significativa da criança estar inserida nas atividades diárias, sabendo que pode contribuir com a organização e beleza do espaço que ocupa.






Até a próxima!
Um abraço,
Profª Telly
              
Na postagem de hoje, elegemos uma frase marcante sobre a criança.
Esta frase ficou ainda mais rica depois de ilustrada com imagens do dia-a-dia de nossas crianças.

 
SER CRIANÇA É:

VIVER FELIZ







É BRINCAR SEM PENSAR EM NADA



É NÃO GUARDAR MÁGOAS




"Ser criança é acreditar que tudo é possível.


É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.


É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos.


Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.


É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.

Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.


Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser."

Gilberto dos Reis


OLHA O TIME DE FUTEBOL DO ELIAS....

Nos momentos de parque, uma das brincadeiras preferidas dos meninos é o "jogo de futebol".
Por meio desse jogos, incentivamos o trabalho em grupo, a socialização, o "saber ganhar e perder", a união e o poder de iniciativa...

E o melhor de tudo, é que, aprendemos brincando!










Até a próxima!
Beijinhos,
Profª Telly